entendido X intendido
Podemos perceber dois aspectos interessantes na comunicação humana: o entendido e o intendido.
Entendido é tudo aquilo que o ouvinte pode perceber, compreender e entender da mensagem assim que ela lhe chega ao cérebro. É tudo que o ouvinte é capaz de assimilar utilizando-se da sua capacidade de interpretação.
Intendido tem a ver com a intenção do emissor ao proferir aquela mensagem. É aquilo que o emissor pretende transmitir.
O entendido relaciona-se com o receptor e aquilo que ele capta da mensagem, e o intendido está ligado ao emissor e aquilo que ele pretende passar ao receptor.
A comunicação se dá com perfeição e sem sobressaltos se o intendido ajustar-se adequadamente ao entendido. Ou seja, o emissor deve transmitir as suas idéias de forma clara e objetiva para que o receptor consiga receber a mensagem sem interpretações adjacentes.
Muitas vezes, quando se visa intentos impróprios e escusos, os homens escondem as suas verdadeiras intenções atrás de um discurso aparentemente digno e justo.
Se ficarmos atentos a algumas mensagens, ou pregações proferidas no meio evangélico e aos diversos discursos religiosos que nos chegam aos ouvidos, conseguimos perceber que, em muitos casos, a verdadeira intenção do pregador, ou seja, o intendido, está sorrateiramente escondido nas entrelinhas do discurso. Pescando uma pista aqui e outra ali, notamos uma outra intenção, muito bem disfarçada, escondidinha no teor do sermão. Na verdade é o que se chama de “segunda intenção”. Mas que na mensagem evangélica, nada mais é que “o fermento”.
A verdadeira, única e pura intenção de uma pregação evangélica deve ser a de provocar uma aproximação do pecador ao seu Salvador. Produzir uma mudança da posição de irreverência para a de adoração, de exaltação e de glorificação ao nome de Jesus Cristo. Mas esse encontro não pode se dá pelo medo, pela ameaça, pela coação ou pela manipulação. Ele deve acontecer pela compunção do arrependimento, da gratidão e do amor revelados e inspirados pelo Espírito Santo.
Percebe-se que a pessoa que fala, ou discursa, exerce um certo fascínio sobre o ouvinte. Esse “domínio” pode ser maior, ou menor, dependendo de alguns fatores, como por exemplo, eloqüência, poder hierárquico, estilo, oratória e até o nível social ou financeiro do pregador pode influenciar quem o ouve.
“A minha palavra e a minha pregação não consistiu em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder.”
Paulo – I Co. 2.04
“O Fermento dos Fariseus” - Ação do Fermento nos Dias Atuais - José Peres Júnior
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sábado, 6 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
EVANGELISMO NO CEMITÉRIO DE TAUBATÉ
0EQUIPE PREPARADA PARA A BATALHA
LOCAL DA BATALHA
"CEMITÉRIO TAUBATÉ"
GUERREIROS REUNIDOS DEPOIS DA MISSÃO
ATÉ SOLDADO NECESSITA DE UMA FOLGUINHA
AGORA O RESTO E COM O SENHOR JESUS
"De modo que não importa nem o que planta nem o que rega, mas sim Deus, que dá o crescimento." (1 Cor 3:7 BLH)
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
MINISTROS DE CRISTO X MINISTROS DA IGREJA
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Ministros de Cristo
• Ministros de Cristo são todos os cristãos, aceitos por Deus como membro do Corpo de Cristo.
• Recebem o poder diretamente de Cristo.
• Recebem poder espiritual, e não poder temporal.
• São autoridades “entre”, e não “sobre” os demais cristãos.
• Recebem dons, talentos e ministérios diferentes e diversos, para ajudar uns aos outros. Mas, nenhuma atribuição para mandar e dominar.
• Não estão, necessariamente, vinculados a alguma comunidade cristã (denominação).
• São professores, conselheiros e não comandantes.
Pelo que, não podem impor as suas interpretações e crenças, por mais legítimas e coerentes que lhes pareçam.
• Não podem impor as suas interpretações teológicas porque cada cristão está autorizado por Cristo a “examinar” as doutrinas, e aceitar somente àquelas que, depois de um julgamento individual, estiverem harmônicas com a doutrina cristã.
• Alguns desses ministros podem até ter mais talentos do que outros. Mas, como os talentos são
diferentes, uns podem “saber” mais, ou ter mais discernimento e conhecimento. Mas, aquele que sabe menos pode amar mais, ou ter mais fé. Por isto, qualquer escalonamento para estabelecer quem é maior entre eles é completamente vedado pela doutrina do Senhor.
• Os Ministros de Cristo não estão autorizados a bloquear, dificultar ou impedir a comunhão de qualquer outro membro com o Cabeça, pelo que, não possuem poder disciplinador.
• Também não possuem poder para castigar outro membro. Pelo que, não possuem poder coercivo. Assim, não podem ordenar, mas apenas aconselhar.
• Por fim, é notório que não possuem qualquer grau hierárquico entre esses ministros.
Ministros da Igreja
• Os Ministros da Igreja possuem poder delegado, não por Cristo, mas pela comunidade, ou seja, pelos outros cristãos.
• Estão vinculados a uma comunidade.
•Como Ministro da Igreja, recebem poder temporal.
• Recebem poder para organizar o culto, as atividades sociais, evangelísticas e administrativas da
comunidade.
• O poder que recebem é limitado pela vontade da comunidade. Porque todo poder delegado é limitado pelos critérios estabelecidos por quem delega.
• Por uma questão de justiça, para se delegar esse poder, é necessário critérios democráticos, ou seja, a manifestação da vontade dos membros da comunidade por meio do voto (levantar as mãos) ou de uma forma imparcial (sorteio).
• Para a preservação de sua autonomia, a comunidade precisa dispor de instrumentos e recursos
eficazes para impedir o abuso e o desvio no exercício do poder delegado. Ou seja, precisa dispor de instrumentos e recursos que possibilitem destituir o ministro quando ele abusar de suas funções, ou se desviar delas.
• O poder desses Ministros é um poder que possui certo grau de hierarquia, mas que não abrange as questões de fé, nem teológicas e nem espirituais. Isto porque não é da competência dos homens determinar (fixar regras, leis e rudimentos) em que os outros devem crer. Os homens não podem impor as suas interpretações bíblicas aos outros, (a não ser que se sujeitem as interpretações dos outros também). E as questões espirituais, tais como justificação, santificação e salvação independem da vontade de terceiros, porque são “negócios” estritos entre cada cristão e o Senhor Jesus.
• Por fim, os Ministros da Igreja são administradores, não chefes dos cristãos.
Abuso de Poder e Autoritarismo nas Igrejas Cristãs autor:José Peres Júnior pgs. 61 e 62
• Ministros de Cristo são todos os cristãos, aceitos por Deus como membro do Corpo de Cristo.
• Recebem o poder diretamente de Cristo.
• Recebem poder espiritual, e não poder temporal.
• São autoridades “entre”, e não “sobre” os demais cristãos.
• Recebem dons, talentos e ministérios diferentes e diversos, para ajudar uns aos outros. Mas, nenhuma atribuição para mandar e dominar.
• Não estão, necessariamente, vinculados a alguma comunidade cristã (denominação).
• São professores, conselheiros e não comandantes.
Pelo que, não podem impor as suas interpretações e crenças, por mais legítimas e coerentes que lhes pareçam.
• Não podem impor as suas interpretações teológicas porque cada cristão está autorizado por Cristo a “examinar” as doutrinas, e aceitar somente àquelas que, depois de um julgamento individual, estiverem harmônicas com a doutrina cristã.
• Alguns desses ministros podem até ter mais talentos do que outros. Mas, como os talentos são
diferentes, uns podem “saber” mais, ou ter mais discernimento e conhecimento. Mas, aquele que sabe menos pode amar mais, ou ter mais fé. Por isto, qualquer escalonamento para estabelecer quem é maior entre eles é completamente vedado pela doutrina do Senhor.
• Os Ministros de Cristo não estão autorizados a bloquear, dificultar ou impedir a comunhão de qualquer outro membro com o Cabeça, pelo que, não possuem poder disciplinador.
• Também não possuem poder para castigar outro membro. Pelo que, não possuem poder coercivo. Assim, não podem ordenar, mas apenas aconselhar.
• Por fim, é notório que não possuem qualquer grau hierárquico entre esses ministros.
Ministros da Igreja
• Os Ministros da Igreja possuem poder delegado, não por Cristo, mas pela comunidade, ou seja, pelos outros cristãos.
• Estão vinculados a uma comunidade.
•Como Ministro da Igreja, recebem poder temporal.
• Recebem poder para organizar o culto, as atividades sociais, evangelísticas e administrativas da
comunidade.
• O poder que recebem é limitado pela vontade da comunidade. Porque todo poder delegado é limitado pelos critérios estabelecidos por quem delega.
• Por uma questão de justiça, para se delegar esse poder, é necessário critérios democráticos, ou seja, a manifestação da vontade dos membros da comunidade por meio do voto (levantar as mãos) ou de uma forma imparcial (sorteio).
• Para a preservação de sua autonomia, a comunidade precisa dispor de instrumentos e recursos
eficazes para impedir o abuso e o desvio no exercício do poder delegado. Ou seja, precisa dispor de instrumentos e recursos que possibilitem destituir o ministro quando ele abusar de suas funções, ou se desviar delas.
• O poder desses Ministros é um poder que possui certo grau de hierarquia, mas que não abrange as questões de fé, nem teológicas e nem espirituais. Isto porque não é da competência dos homens determinar (fixar regras, leis e rudimentos) em que os outros devem crer. Os homens não podem impor as suas interpretações bíblicas aos outros, (a não ser que se sujeitem as interpretações dos outros também). E as questões espirituais, tais como justificação, santificação e salvação independem da vontade de terceiros, porque são “negócios” estritos entre cada cristão e o Senhor Jesus.
• Por fim, os Ministros da Igreja são administradores, não chefes dos cristãos.
Abuso de Poder e Autoritarismo nas Igrejas Cristãs autor:José Peres Júnior pgs. 61 e 62
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